Câmara de Maceió faz reconhecimento a integrantes do grupo Boca de Forno

Banda completou 40 anos e, em sua história, conta com a passagem de mais de 60 músicos

Dicom/CMM

sexta-feira, 27 de março de 2026 às 13h55

André Palmeira

Tudo começou na década de 1980, entre um grupo de amigos que começou a promover rodas de samba por diversão, e em alguns anos se profissionalizaram e criaram a Boca de Forno. Mais de 60 músicos passaram pela banda, que fez história em Maceió e, nesta sexta (27), recebeu uma homenagem da Câmara Municipal.

 

Oito representantes do grupo receberam do vereador Galba Netto a Comenda Nelson da Rabeca, destinada ao reconhecimento de músicos e demais artistas representantes da cultura maceioense. 

 

Entre os homenageados, estiveram os dois fundadores, Marcus Vinícius, o Marcão, que toca Cavaquinho, e Manoel Ferreira dos Santos, primeiro vocalista. Também se tornaram comendadores Edelmir Nascimento, o Negro Mir, Erinaldo Batista, o Val Boca, Bruno Henrique, o Bruninho, Eudes Lisboa, Fernando dos Santos, o Topeca, e Max Simões.

 

Para o vereador Galba Netto, o grupo Boca de Forno escreveu a história da música e da arte em Maceió e levou a capital de Alagoas para todo o país. O reconhecimento acontece um dia antes do show que irá reunir todos os músicos e bandas parceiros na Fábrica de Eventos, em Jaraguá.

 

“É uma felicidade enorme poder fazer essa homenagem a todos vocês. Eu acho que é importante vocês já irem para o evento como comendadores da cidade de Maceió, da cidade que vocês levaram tanta alegria, e com certeza é a casa de vocês, é o nome de Alagoas que vocês defenderam Brasil afora levando a arte de vocês”, afirmou.

 

Percussionista da Boca de Forno de 1999 a 2013, Negro Mir falou em nome da banda e disse que receber a Comenda Nelson da Rabeca do Legislativo de Maceió é deixar a história documentada.

 

“O grupo tem uma história que transcende gerações e não pode ser apagada. Muitas vidas foram contadas através do Boca do Forno. Receber essa comenda, para a gente, é muito gratificante e muito importante. É a solidificação de um sonho. Passaram mais de 60 músicos pelo Boca de Forno, e a gente transformou esses músicos em homens de bem”, agradeceu.

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